Na última semana, Paraguai e Venezuela receberam atenção da mídia devido à sua relação com a mineração de Bitcoin. Esses dois países sul-americanos têm se engrandecido no cenário informacional pela adoção de medidas que impactam significativamente o setor, embora cada um por motivos distintos.
Desta forma, enquanto no Paraguai o governo desencadeou uma perseguição contra a mineração clandestina, na Venezuela foi determinado desligar todas as fazendas mineiras, incluindo as permitidas. São medidas que são aplicadas em países que se destacam pela sua opulência de recursos hidrelétricos que podem oferecer a grave dispêndio, embora a situação seja dissemelhante em cada um deles.
Desta forma, enquanto na Venezuela a vontade é econômica porque geralmente é subsidiada pelo Estado, o Paraguai, por sua vez, Possui excedentes de vontade que também são oferecidos a preços baixos. Mesmo assim, há reclamações de falta de atualização da infraestrutura paraguaia que gera algumas falhas no serviço.
A situação é mais complicado no país caribenho, onde se fala de uma poderoso deterioração da infraestrutura elétrica. Um pouco que – segundo especialistas – impede a geração daquilo que os venezuelanos necessitam.
Conforme indicado por especialistas, a situação se deve à falta de investimento e manutenção que tem feito com que muitas usinas fiquem desatualizadas e operem aquém de sua capacidade. Apesar disso, o governo venezuelano oferece vontade para venda ao Brasil.
Governo do Paraguai agora persegue mineradores ilegais
A perseguição aos garimpeiros no Paraguai começou a lucrar força no ano pretérito. Isso poucos anos depois de ter se tornado um pólo de atração para os produtores de haxixe, que se instalaram principalmente no leste do Paraguai, próximo à barragem de Itaipú. A indústria estava centrada ali com um fluxo crescente de empresas que obtiveram permissão do governo.
Porém, segundo o governo, também começou a proliferar na extensão consumo ilícito de vontade elétrica, uma prática que associam à mineração clandestina de criptomoedas. Neste sentido, alegam o impacto negativo que as apreensões ilegais por secção dos mineradores de Bitcoin têm na rede de distribuição elétrica e os prejuízos milionários que isso gera para o Estado.
Com base nisso, desde o início deste ano os principais representantes do Ministério Público, do Poder Judiciário e da Governo Pátrio de Vontade Elétrica (ANDE) daquele país, concordaram em ler ações conjuntas “que visam combater ligações irregulares no fornecimento de vontade elétrica por pessoas que realizam atividades de mineração de criptomoedas.
Entre as primeiras ações da coligação estatal está a assinatura do “Harmonia de Cooperação Interinstitucional”, que envolve trabalho conjunto para perseguir e punir mineradores de Bitcoin furtivo A intenção é que os processos judiciais contra os operadores que roubam vontade elétrica para mineração “culminem com a individualização e punição dos responsáveis”.
Levante indumentária causou o confisco de mineiros tornou-se uma prática generalidade no país sul-americano. Desde o início deste ano, Mais de 5.000 mineradores ASIC foram confiscados. Foram realizadas ações judiciais em pelo menos 17 incursões em fazendas detectadas pela ANDE, juntamente com autoridades de segurança.
Outrossim, o Legislativo avalia projeto de lei que estabelece penas de prisão de até 10 anos para quem trenar a atividade sem autorização. Foi até planejado a proibição da atividadeuma proposta apresentada em abril pretérito dos quais debate no Senado foi diferido.
Esta é uma medida extrema que se tornou veras na Venezuela, onde o Ministério de Vontade Elétrica da Venezuela juntamente com a Corporação Elétrica Pátrio (Corpoelec) e o Ministério Público (MP) Eles concordaram em desconectar todas as fazendas de mineração de Bitcoin.
A situação dos mineiros venezuelanos é mais desesperadora
Depois o pregão da desconexão, o governo venezuelano procedeu à desconexão das explorações agrícolas e à mortificação de equipamentos. Último dia 17 de maio O confisco de tapume de 2.300 mineiros ASIC era divulgado e para esta segunda-feira, 20 de maio, foram anunciadas mais incursões no estado de Carabobo, meio do país.
As autoridades apontam o setor pelas contínuas falhas elétricas que ocorrem em todos os estados do país. Segundo o Ministério de Vontade Elétrica, o desligamento “evitará o superior impacto na demanda, o que nos permitirá continuar oferecendo um serviço eficiente e confiável a todo o povo venezuelano”. Uma abordagem que foi questionada não só pelos mineradores, mas também por muitas pessoas que comentam o caso nas redes sociais.
A eliminação das fazendas de mineração de Bitcoin na Venezuela ocorre em meio a poderoso incerteza regulatória, causada pela mediação da Superintendência Pátrio de Criptoativos (Sunacrip). Esse, em meio ao escândalo de prevaricação que eclodiu no ano pretérito e envolveu tanto oriente órgão de fiscalização uma vez que a companhia petrolífera estatal (PDVSA).
A situação representa um sério revés para a indústria na Venezuela e coloca os mineiros numa situação desesperadora. Quando são acusados do problema elétrico que afeta o país. Por isso apelam ao governo para “fazer secção da solução”, lembrando que são empresas que tiveram autorização para operar legalmente, que também pagavam pelo consumo de eletricidade.
“Podemos fazer uma negociação ganha-ganha porque os mineradores contribuem com recursos para reconstruir o sistema elétrico, integrando a mineração aos processos industriais”, disse um mineiro ao CriptoNoticias. Não obstante, a perspectiva parece bastante complicada e não é fácil prever qual será o porvir desta indústria no país.